Infelizmente tiraram minha entrevista do site :/ estou tentando contato com os caras... pois não tenho salvo em lugar algum.
domingo, 25 de setembro de 2011
TV TEM - Revista de Sábado - Sem restrições
Infelizmente tiraram minha entrevista do site :/ estou tentando contato com os caras... pois não tenho salvo em lugar algum.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
"Software livre não nasce em árvores" (Jomar Silva)
Software livre não nasce em árvores: Do colonialismo ao extrativismo digital
LEMBRANDO que quando digo QUAQUER Software Livre não me refiro a GNU/Linux mas sim QUALQUER, se você é um cara que gosta de Windows e usa Firefox você usa Software Livre!
Abraço a todos !
segunda-feira, 21 de março de 2011
Firewalls distribuídos
Eu atualmente estou desenvolvendo meu TCC que terá como tema "Interface web simplificada para o gerenciamento de firewalls distribuídos".
Resumindo ... quero fazer uma interface em cima do framework Django para gerenciar Firewalls distribuídos pela rede (entre clientes e servidores). Agora pra quem não sabe o que são firewalls distribuídos segue a minha breve explicação abaixo, que fará parte de uma série de novas postagens do meu blog, todas voltadas para ambientes Firewall.
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Este artigo é parte do meu trabalho de TCC, escrito originalmente por mim
Firewalls distribuídos
Um firewall convencional atinge um certo nível de proteção, porém esta camada de segurança que é oferecida pode ser aprimorada com o conceito de firewall distribuído. De acordo com Bellovin (1991), firewalls convencionais se baseiam na premissa de que todos no lado do ponto de entrada do firewall são confiáveis, e que alguém do outro lado é, pelo menos potencialmente, um inimigo.
Porém nem sempre é assim, a ameaça pode vir de dentro ou até mesmo o servidor firewall principal pode ser atacado e a rede interna totalmente comprometida. Além do mais firewalls convencionais não conseguem analisar dados internos de um pacote transmitido de forma criptografada, desta forma o invasor poderá fazer uma conexão reversa (TACIO, 2009) e atacar uma máquina dentro da rede mesmo que ela esteja trafegando dados pelo servidor firewall.
Uma das idéias originais para se ter um firewall distribuído é assegurar a segurança da rede interna e externa como se fosse uma só, pois com os firewalls convencionais como podemos concluir, a maior ameaça vem da rede interna, firewalls distribuídos não são dependentes de topologia de rede, não existe rede interna, externa, DMZ e etc.
A configuração das políticas de acesso ainda são feitas centralmente, entretanto estas são distribuídas aos outros nós protegidos pelo firewall, e cada nó por sua vez possui políticas internas para decidir se aceitará ou rejeitará determinado pacote.
Segundo Bellovin (1991), firewalls distribuídos nascem de 3 conceitos:
1. Uma linguagem de políticas que estabelece o tipo de conexões que são permitidas
ou proibidas;
2. Qualquer número de ferramentas de sistema de gestão (ferramentas que fazem
algum tipo de deploy);
3. IPSEC, o mecanismo de criptografia em nível de rede para TCP / IP.
É importante citar que o identificador de um nó não mais é o IP como nos firewalls convencionais. Como os firewalls distribuídos são independentes de topologia os identificadores não podem ser IPs pois não existe mais a distinção do que está dentro da rede ou o que está fora, portanto a identificação de cada nó é feita através do certificado criptográfico gerado pelo IPSEC (os certificados são diferentes um do outro, assim como o IP o certificado é único).
Referências:
BELLOVIN, S. M. Distributed Firewalls. 1991. Disponível em:
TACIO, P. Conexão Reversa (No-IP), 2009. Disponível em:
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Por enquanto é só.... aguardem mais postagens da série Firewalls Distribuídos :D
Abraço a todos!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Campus Party 2010
Neste ano não acompanhei todos os dias do evento pois estava muito, muito ocupado, porém os conteúdos que mais aproveitei foram do Senac, do CGI.br e do CERT.br que trouxeram palestras mais adequadas ao meu foco profissional (redes, segurança e servidores Livres). A Campus Party em si este ano ficou em dívidas com os profissionais com meu foco, pois as palestras de Redes e Segurança foram pouquíssimas (pelo menos nos dias em que eu estava lá).
Mas como sempre trouxe grandes inovações tecnológicas que irão virar moda nos próximos anos, e também o espírito do compartilhamento que nunca pode faltar! Agora apresento minhas fotos (porque imagens valem mais que palavras):
* este é meu amigo Erick
* jardim robótico, os girassóis acompanham a luz e as plantas mudam de cor com a proximidade da pessoa
* eu e minha namorada Ana s2
* espaço da telefonica, destinado a relaxar, com muitos puffs e Guitar Hero III
* máquinas estilosas
* Acreditem! Isso é um pc!
* Pc baseado na série LOST! Parte1 (reparem na floresta perto da placa mãe)
* Pc baseado na série LOST! Parte2
* aquário ou pc?
* O que será aquela gosma verde? Alguém se habilita a me responder?
* Já jogaram God of War? Sim? Eu não, mas me falaram que esse cara é de lá hehehe
* Também tem pc para as nerdinhas!
* Minha bandeira! Meu orgulho! Meu partido! (se SL fosse time eu seria quase um Corinthiano hehe)** E para as pessoas da Nossa Caixa que não curtem GNU/Linux, saibam que o BB foi patrocinador da área de Software Livre hehehe
* Estande do Terra, apresentando o Sonora
* Eu e a Ana no estande do Terra
* Estande da NOKIA, também para relaxar
* Dentro do estande da NOKIA quando andávamos por esse "carpete" projetado no chão, os círculos se moviam quando nossos pés chegavam perto
* Morgana estava na Conexão CULTURA (by Castelo Ratimbum)
* Nino estava na Conexão CULTURA (by Castelo Ratimbum)
* Conexão cultura ^
* Estande da Sadia! Ganhei um Hot Pocket Pizza, porém cá entre nós não vi graça nenhuma, prefiro uma Pizza de verdade mesmo
* Nossos crachás!! :D
* Tux da Linux MagazineEspero que tenham gostado do Post, e por favor não percam a Campus Party 2011 e se possível fiquem os 5 dias (não façam como eu pois é muito cansativo levar malas e etc e parar pouco por lá).
Abraço! E comentem!
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
O Projeto Qualipso
O projeto integrado Qualipso (Quality Plataform for Open Source) propõe-se a definir e implementar tecnologias, procedimentos, leis e políticas com o objetivo de potencializar as práticas de desenvolvimento de software livre, tornando-as confiáveis, reconhecidas e estabelecidas na indústria. Para viabilizar o projeto e a sustentação do software livre como uma solução confiável para a indústria, foi criado um consórcio formado por indústrias, academia e governo. O projeto conta com a participação de colaboradores de diferentes origens: França, Itália, Brasil, Espanha, China, Alemanha e Escócia.
A abordagem do Qualipso é aberta no sentido de: (a) utilizar padrões abertos e desenvolvimento de software de código aberto; (b) estar baseado em uma comunidade aberta, formada por cientistas, pesquisadores, profissionais e usuários, para evoluir seus recursos; e (c) estar aberto a expansões por meio da inserção de novos cenários de aplicação e de resultados de projetos.
Os objetivos estabelecidos para o projeto são:
1. Definir métodos, processos de desenvolvimento e modelos de negócio para o desenvolvimento e implementação de sistemas em software livre, garantindo aos consumidores de software que determinado projeto de software livre está em conformidade com os padrões exigidos para o software pela indústria;
2. Projetar e implementar um ambiente com ferramentas integradas que facilite e suporte o desenvolvimento de soluções em software livre para a indústria;
3. Implementar ferramentas específicas para avaliar a qualidade de características como robustez ou escalabilidade;
4. Implementar e oferecer suporte a práticas para gerenciamento de informações (incluindo código fonte, documentação e troca de informações entre todos os atores envolvidos em um projeto de software) para melhorar a produtividade do desenvolvimento e a evolução de soluções em software livre;
5. Demonstrar a interoperabilidade das soluções em software livre por meio de pacotes de teste e qualidade;
6. Entender as condições legais que protegem e reconhecem os produtos desenvolvidos em software livre, mas que não violam as características da abordagem de desenvolvimento de software livre; e
7. Desenvolver uma rede de profissionais duradoura que se preocupe com a qualidade das soluções desenvolvidas em software livre para as empresas de computação.
Apesar de existirem diversos repositórios de informação, existe uma grande lacuna na organização do conhecimento associado à software livre, que tipicamente é utilizado de forma disjunta pelas diversas comunidades. Organizar esse
conhecimento é uma das suas metas. Ainda na linha de organização do conhecimento, um dos principais objetivos do
Qualipso é desenvolver um modelo para software livre, inspirado no CMMI. Esse modelo identificará um conjunto de práticas que devem ser aplicadas para alcançar um desenvolvimento de software livre confiável.
Fonte:
Mais informações em:
http://streaming.serpro.gov.br/conisli2009/video10.html
